Figueira da Foz, 30 de junho de 2018 –
Querida Xxxxx,
Foste a primeira pessoa por quem verdadeiramente me apaixonei… perdidamente. Perdi-me na tua beleza, na tua simplicidade, na imagem que criei da tua essência, no teu aroma, no teu so(n)riso, no teu charme.
Gostava de ter tido a coragem de te conhecer de verdade. Só temos uma vida e ela é demasiado curta.
Escrevo-te porque tenho medo dos meus sentimentos, daquilo que em mim despertastes e sinto que devo partilhá-lo neste momento em que desejo fugir deste mundo e embarcar numa nova aventura. Não escolhemos quem amamos, apenas quem deixamos para trás.
Posso até ser estranha e, apesar do que muitos pensam, todos temos os nossos problemas. Gosto de basear-me no gosto pela diferença.
Contigo e, apesar de não te aperceberes de tal, descobri que o sentido da vida são os momentos que criamos com seres vivos, e que as nossas escolhas influenciam o significado que atribuímos aos nossos sentidos.
Eu quero apenas mudar o mundo e sei que é com as pessoas que amamos ao nosso lado que é possível arrancar para um futuro maravilhoso.
Gostava de nunca te perder (apesar de nunca te ter encontrado).
Amo-te. Desculpa. Obrigada. Sê feliz!
Da tua medíocre admiradora secreta,
Sofia
PS – Ainda estou a tremer…

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